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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

SAÚDE...REPAGINAR


SAÚDE


MAQUIAGEM E LAQUÊ PODEM ANTECIPAR MENOPAUSA, DIZ ESTUDO.




O adiantamento pode chegar ate até dois anos e meio, e em alguns casos, a antecipação pode ser de 15 anos


Pesquisadores descobriram que
 maquiagem, laquê e embalagens de
 alimentos fazem com que a
 menopausa chegue antes para
 algumas mulheres. O adiantamento
 pode chegar ate até dois anos e
 meio, e em alguns casos, a
 antecipação pode ser de 15 anos.
 As informações são do jornal
 britânico Daily Mail.

Já é uma preocupação conhecida os
 malefícios trazidos pelos ftalatos,
 um grupo de produtos químicos 
encontrados em plásticos,
 cosméticos, produtos domésticos e
 embalagens de alimentos. Estudos
 recentes mostraram que eles 
podem aumentar o risco de câncer,
 diabete e obesidade e até mesmo
 tornar mais feminino o cérebro de
 jovens garotos. Agora, 
pesquisadores americanos afirmam
 que os produtos químicos estão
 interrompendo os sistemas
 reprodutivos femininos, incluindo
 os ovários, e levando à menopausa
 precoce.

Natalia Grindler, da Washington 
University em St. Louis, Missouri, 
junto com um grupo de
 pesquisadores, analisou os níveis
 de ftalatos no sangue ou urina de
 5.700 mulheres. As que
 apresentaram os níveis mais altos
 chegaram à menopausa cerca de
 2,3 anos antes das demais. A idade
 típica para a mulher atingir essa
 condição é de 51 anos, então, as 
expostas aos níveis mais altos 
chegaram aos 49. Grindler afirmou,
 durante uma conferência sobre o 
tema, que algumas mulheres podem 
até chegar à menopausa 15 anos
 antes do previsto, por volta dos 30.

A menopausa precoce está
 relacionada ao maior risco de
 ataques cardíacos e outras doenças
 do coração, problemas nos ossos e
 hemorragias cerebrais fatais. “A
 menopausa precoce tem um grande
 impacto na saúde. Nós temos
 certeza que esses produtos 
químicos têm um potencial para
 afetar a função do ovário e a
 reprodução humana”, observou a
 especialista.

Richard Sharpe, especialista em
 reprodução humana da University
 of Edinburgh, no entanto, avisa
 que não há motivo para alarde. 
“Minha preocupação não é grande 
neste estágio. A exposição ao 
 ftalatos é onipresente e, por isso,
 impossível evitar completamente.
 Comer comida fresca e não 
embalada pode reduzir a exposição,
 mas não eliminar completamente"
pontuou.


FONTE: SITE TERRA