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sábado, 3 de novembro de 2012

CAEM CASOS DE MALÁRIA...REPAGINAR





Casos de malária na América caem 40% em uma década, afirma OMS


Região da Amazônia concentra grande número de infectados.
Ao menos 21 países têm esforços para combater a doença.


Uma das espécies do 'Anopheles',
que ataca as populações indianas e
paquistanesas. (Foto: Hugh Sturrock
/ Wellcome Images)


Os casos de MALÁRIA caíram mais de 40% na
 América entre 2000 e 2010, variando de 1,18 milhão para 669 mil no período, de acordo com um estudo divulgado nesta sexta-feira (2) em Sidney, na Austrália.
O relatório “Derrotando a malária na Ásia, no Pacífico, nas Américas, Oriente Médio e Europa” aponta ainda que houve redução de 60% no número de óbitos na comparação entre 2008 e 2000. A pesquisa é resultado de uma iniciativa da Organização Mundial de Saúde e da instituição Roll Back Malária.
Ao menos 21 países americanos lutam contra a malária, doença transmitida aos humanos através da picada de mosquitos infectados do gênero Anopheles. No continente, três em cada dez pessoas correm o risco de ser infectado.
Argentina, El Salvador, México e Paraguai estão próximos de erradicar a doença, segundo o comunicado divulgado em conferência que trata sobre o tema. Na contramão, República Dominicana, Haiti e Venezuela registram aumento de ocorrências na última década.
Brasil tem cidade com índice assustador
Apesar dos avanços no combate, persistem desafios significativos entre as populações mais pobres, que não têm acesso a serviços básicos de saúde, infraestrutura e acesso. O documento cita a situação do
Brasil, como na cidade de Anajás, que tem a incidência anual de 452 casos para cada mil habitantes.
Os maiores números de infecções recaem sobre a região da Amazônia, compartilhada pelo Brasil, Bolívia, Colômbia, Peru e Venezuela, onde o ritmo de contágio anual é de 50 casos para cada mil pessoas. Outras áreas consideradas perigosas são regiões de florestas banhadas pelo Oceano Pacífico.
A maioria das infecções por malária no continente americano são causadas pelo parasita Plasmodium vivax. O estudo aponta ainda que em 2010 foram registrados 34 milhões de casos de malária na África.



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sexta-feira, 2 de novembro de 2012

DICAS PARA ACERTAR O BLUSH...REPAGINAR

E AÍ MENINAS...AS DICAS DE HOJE SÃO IMPORTANTÍSSIMAS...ATUALMENTE A QUASE TODOS OS LUGARES QUE VAMOS PRECISAMOS FAZER UMA MAQUIAGEM, AINDA QUE SEJA LEVE(NUDE), MAS PRECISAMOS REPAGINAR SEMPRE...AS DICAS SÃO À RESPEITO DO BLUSH...APROVEITE E SE JOGUE!!!
 Blush ou Rouge é um produto de MAQUIAGEM que tem como função dar cor ou profundidade à parte das MAÇÃS do ROSTO.


Existem várias formas de tipos de blush. O mais comum são os apresentados em forma de . A indústria cosmética, no entanto, já possui versões do produto em creme, bastão, mousse e mesmo líquido. O líquido, em geral, é encontrado apenas em tons rosados e tem a função de corar as maçãs do rosto, dando um aspecto saudável. Hoje existem várias opções no mercado, mas blushes líquidos, em creme ou com partículas de minérios são os melhores.










O blush, em tons mais terrosos, é excelente para criar profundidade e um rosto bastante expressivo ao realçar os ossos e concavidades da face. Os tons mais rosados    





têm sido a tendência, exatamente por criarem um aspecto saudável, como se a pessoa tivesse acabado de sair de uma boa caminhada.


Formas de aplicar o blush

Rosto oval: O blush deve ser passado nas têmporas acompanhando até a testa e até a altura do queixo, provocando uma ilusão de ótica para alongar e amenizar esse aspecto oval, não se esquecendo de passar nas BOCHECHAS.


Rosto retangular ou longo: O blush deve ser aplicado nas têmporas próximo à testa. Depois, um pouco do produto deve ser passado na região entre a orelha e as maçãs do rosto.
Rosto 


quadrado: O blush deve ser colocado nas têmporas próximo a testa, orelha e boca. Deve ser passado também um pouco de blush nas laterais do queixo e depois desenhar as bochechas.

Rosto triangular: O produto deve ser passado nas têmporas próximo a testa e bochechas. Deposite um pouco de blush no queixo e nas maçãs do rosto.

Rosto redondo: O blush é aplicado na lateral do rosto abrindo em leque até as maçãs, acompanhando até o queixo suavemente para valorizar a luz e o efeito oval.

DICAS
Nariz largo: O blush pode ser aliado no disfarce de narizes mais largos. Passe um pouquinho na ponta em sentido vertical.
Blush para diferentes tons de pele
Independente de qual seja o tom da pele, é sempre indicado tons que fujam de sua cor natural, como por exemplo, pessoas de pele branca devem atentar se seu tom de pele é róseo ou amarelado, evitando assim aplicar um tom que se assemelha ao da sua pele, e assim por diante.

TONS DE PELE

Pele clara: são indicados blush em tons róseos ou levemente alaranjados.



Pele morena: são indicados blush em tons cor de terra, incluindo os tons puxados para o laranja.



Pele negra: são indicados blush em tons alaranjados, destacando assim mais a cor da pele (especialmente as muito negras).


Pele amarela (orientais): devem evitar tons alaranjados, com o risco de realçar ainda mais o tom levemente amarelado da pele.



ESPERO QUE TENHAM GOSTADO BASTANTE...

SÓ TEMOS A CERTEZA QUE SOMOS CAPAZES, SE TENTARMOS...

DEIXE COMENTÁRIOS, SUGESTÕES, CRÍTICAS...










MODA PARA MULHERES EVANGÉLICAS...REPAGINAR








Nem minissaias nem decotes: moda brasileira para mulHERES
evangélicas








Consumidoras observam um vestido na loja evangélica Joyaly, em São Paulo, em 24 de outubro (AFP, Nelson Almeida)



Vendedora arruma a vitrine em São Paulo da marca evangélica Joyaly em 24 de outubro (AFP, Nelson Almeida)



Mulher posa em frente a manequins com roupas evangélicas da marca paulista Kauly em 24 de outubro (AFP, Nelson Almeida)




agora as mulheres evangélicas brasileiras podem comprar uma roupa recatada, mas na moda, graças a um novo mercado que cresce a olhos vistos seguindo o aumento desta religião no país com maior número de católicos no mundo.
"Nem decotes muito pronunciados nem minissaias", disse em entrevista à AFP Joyce Flores, a jovem estilista da Joyaly, uma das marcas pioneiras da chamada "moda evangélica", criada por sua mãe há uma década.
"Antes tínhamos essa ideia das saias muito largas, 
Agora temos coisas bonitas para comprar, coloridas, mas que seguem os preceitos da nossa religião, porque se você vai à igreja para adorar Deus, não pode ir com um super decote que vai distrair o pastor", explicou.
Na loja há vestidos, saias e blusas, porque muitas destas religiões impedem as mulheres de usar calças nos cultos.
No coração de São Paulo, o popular bairro do Brás ferve. Epicentro da indústria têxtil brasileira, milhares de pessoas percorrem suas ruas cheias de lojas de confecções com os preços mais baratos da cidade.
Dentro das lojas Joyaly, as vendedoras mostram as roupas às mulheres de todas as idades enquanto os comerciantes compram grandes quantidades para abastecer suas lojas que embarcaram nesse 'boom'.
"A gente quer se vestir bem", diz Elena Soares, que junto com a filha e o irmão viajaram 2.000 km vindos do interior do país para comprar roupas para elas e sua pequena loja 'La Belle de Jour'.
"Antes eu vendia a roupa em bolsas, de casa em casa. Há pouco tempo abrimos nossa loja", diz orgulhosa.
Lúcia de Souza se olha no espelho com um vestido verde, com cintura marcada e largo nos tornozelos, com meia manga para esconder os braços. É um look simples, mas a loja também tem roupas para festas, sempre cumprindo as regras.
"Há mais de dez anos que compro roupa aqui. São coisas bonitas, com muita variedade e cores, mas evangélicas", disse à AFP enquanto continua se admirando no espelho.
-- "Os evangélicos aumentam, "
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Quando Aurea Flores criou a Joyaly, foi pioneira. Agora estas marcas especializadas já são cerca de trinta, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e Confecção, que representa um poderoso setor que nestes dias toma fôlego na famosa Semana de Moda de São Paulo.
O setor faturou 63 bilhões de dólares em 2011.
Flores começou fazendo vestidos para ela mesma, até que a demanda de suas "irmãs" da igreja foi tão grande que decidiu confeccionar em maior escala. Hoje a Joyaly produz 40.000 peças por mês.
"Nos últimos anos crescemos 20%", disse um dos filhos de Aurea, Alison, que faz a contabilidade da marca.
O Brasil, sexta economia global, é o país com mais católicos no mundo: 123 milhões, cerca de 64,6% de sua população.
Mas o número de católicos diminui, enquanto aumenta a quantidade de evangélicos que, segundo o último censo, passaram de 15,4% da população em 2000 (26,2 milhões) para 22,2% em 2010 (42,3 milhões).
Conservadores, formam um grupo que acumula crescente poder político e econômico com programas de televisão, uma forte representação no Congresso e capacidade de tecer grandes alianças políticas pela enorme quantidade de pessoas que mobiliza.
Nas favelas, as igrejas evangélicas se multiplicam e muitas vezes basta uma pequena casa para começar um templo.
Fabrizio Paes é de família católica. Seus pais tinham uma loja de roupas no Brás, mas antes da ascensão dos evangélicos e das demandas do mercado, decidiram dar uma reviravolta no negócio.
"Os evangélicos estão crescendo e compram muito, graças a Deus", disse à AFP atrás da grande bancada da loja Kauly, que duas vezes por ano envia um representante a Paris para se inteirar das tendências mundiais da moda para adaptá-las aos moldes deste mercado.
"Há seis anos decidimos nos especializar totalmente. Fizemos um ano de adaptação com forte investimento", comentou Paes. "Desde então o crescimento é muito visível", acrescentou.




De Natalia Ramos (AFP)